Enrolados

Da minha coluna do último fim de semana…

Manket

É moda nas saídas de desfiles europeus. Homens enrolados em cobertores. Isso mesmo. O modismo, chamado de manket (junção de man (homem) + blanket (cobertor)), nome dado pela revista GQ inglesa, virou mania entre os mais estilosos. O recurso é usado para enfrentar o frio rigoroso. Os grandes panos coloridos de lã são jogados sobre a roupa, inclusive ternos, e protegem mais que um cachecol e menos que uma capa.

É a legítima tendência ame ou deixe-o. No Brasil, com as altíssimas temperaturas dos últimos dias, a segunda opção parece ser mais óbvia.

263045f090da11e3afc71228f51002cc_8Update: a moda pegou também entre as mulheres. Olha a editora de moda da Vogue Brasil Yasmine Sterea vestindo a manta. Essa foto, aliás, foi o comentário do meio da moda no fim de semana. Choveram críticas à ela, à diretora de redação Daniela Falcão e à outra editora de moda Bárbara Migliori. Também não curti.

Boa semana!

 

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A solução para os dias quentes

Eu não consigo ser eu mesmo no calor. Considero essas altas temperaturas desumanas e sou a favor de usar roupas frescas, mesmo em ambientes profissionais (alô, movimento Bermuda Sim). Mas não posso. Poucas vezes, quando sei que vou passar longos períodos debaixo do sol (tipo hoje), me dou ao direito de trabalhar de bermuda. Nos outros, acabo optando por calça + camiseta.

Esses dias uma amiga olhou meu Instagram e pediu se eu só visto camiseta branca, porque em todas as fotos recentes eu estava com t-shirts dessa cor. Óbvio que eu amo cores e sou mega dependente do preto. Mas nesse calor, eu viro ativista pelo look Carminha (todo claro).

Uma dificuldade que tenho passado é encontrar t-shirts brancas e interessantes. A maioria ou é total white, ou com detalhes sem graça. Aliás, não aguento mais ver estampas de caveira em camisetas. Ontem fui em uma loja e 5 entre 10 tinham o caveirismo estampado. Não dá mais.

Esses dias a marca Morada, uma carioca descolada, à lá Osklen e Reserva, me seguiu no Instagram. Curti muito os modelos e entrei em contato para compartilhar por aqui. Não sei muito sobre a label, que parece ser bem nova. Gosto muito desses novos talentos, cheios de vontade de trazer produtos bacanas.

Escolhi alguns modelos.

costa favelaUma favela carioca virou estampa. Muito bom!

posto 12 costasPosto 12, um dos points mais hypes nas praias do Rio.

paisagem costasEssa, particularmente, é minha estampa preferida. Fica nas costas. Desejando muito.

surfeita peitoUm surfista com o maior estilo 70’s. Essa também estou amando.

O que mais gostei na marca foi essa pegada carioca descolado, quase californiano. As imagens são do Rio de Janeiro, mas uma foi feita no Hawaii. Pra conhecer mais t-shirts deles, basta clicar aqui. Vale a pena pela beleza e o preço bacanudo.

Agora, vou voltar pra minha realidade no jornal e enfrentar o calorão de pólo. Dá licença!

Victoria Beckham ganha um documentário para chamar de seu

Ex-Spice Girl, esposa do jogador de futebol mais hype do mundo, mãe. Essa seria a descrição de Victoria Beckham caso a posh Spice não tivesse insistido em uma carreira na moda. Lembro que no começo, quando lançou uma linha que levava seu nome, a história foi tida como a de muitas celebridades que se envolviam em projetos fashion, mas não entravam no universo de cabeça.

Aos poucos a linha foi crescendo, passou a ser apresentada em Nova York e ser bem criticada. Victoria conseguiu ser levada a sério no segmento e se posicionar num nível bacana. Claro, não pode ser comparada com grandes estilistas ou marcas renomadas. Mas o avanço foi significativo nos últimos anos. Prova disso é que muitos dos produtos lançados viram hit.

Agora Vic ganha um documentário, “Five Years- Victoria Beckham”. Em parceria com o Skype, mostrará seu processo de criação, desde a inspiração, até as reuniões e o momento de levar isso ao público. Mostrar como se envolve na criação e não apenas assina a coleção e dá uma entradinha na passarela.

Victoria não é o que dá pra se chamar de uma pessoa animada. Mas no documentário se revela muito mais descontraída do que costumamos ver e do que em sua famosa declaração que disse ter tido o sorriso tirado pela moda.

Semana passada foram liberados alguns teasers pelo Skype, que já deixaram o pessoal da moda sedento por mais. Confira a prévia mais recente:

Sapateando na volta à rotina

Não posso negar. Eu estava morrendo de saudades da minha rotina, meu trabalho e, até mesmo, da minha dieta. Porém, não sentia falta nenhuma do calor de Lajeado. Pra quem não conhece a cidade, ela fica num vale. Ou seja, no meio de um monte de morros. Por isso, ela é abafada pra caramba. Dá vontade de morrer ao invés de respirar na rua.

Estou em voltando à minha vida aos poucos, tomando meu chá verde com cavalinha duas vezes ao dia (630 ml em cada. Se não ajudar, me mato, porque o gosto é horrível), quando recebo um release falando sobre um lançamento da Asics. A marca  lança este mês, com venda exclusiva na House of Sneakers, no Brasil, dois modelos de tênis, da série dos cinco, inspirados nos “vilões” do filme Kill Bill.

Mas os vilões do filme tinham tênis? Não que eu me lembre. Por isso, são inspirados neles. Segundo o texto: ” quem já viu o filme, se lembra do tênis amarelo com as listras pretas, usado pela atriz Uma Thurman, que interpretou Beatrix Kiddo (Black Mamba ou Mamba Negra). De contrapartida, pensando em fugir desse clichê de uma forma criativa e surpreendente, o tênis Gel Saga Purple/White é inspirado na personagem “Cottonmouth”, interpretado por Lucy Liu.”

É esse modelo aqui:20140128-132600.jpg

Outro modelo é o tênis Gel Lyte III Bright Blue/Black na personagem “Copperheard”, interpretado por Vernita Greenn.

Esse:20140128-132641.jpg

Os modelos que não desembarcam por aqui representam os outros vilões: Spiderwider, California Mountain Snake e Bill. Eles serão vendidos somente na BAIT, em Nova Iorque.

Para representar a temática das personagens, o design dos modelos foi elaborado com referência nas cores e elementos gráficos do filme, as listras laterais da marca são feitas de couro de cobra falso, o que confere versatilidade e estilo urbano aos modelos.

As malas de férias

Olá!

Ao contrário de boa parte das pessoas, passei o fim de dezembro, início de janeiro, trabalhando na cidade. Sempre que programo minhas férias evito pegar datas que tenho certeza da super lotação dos lugares, seja praia ou qualquer outro destino. Além disso, escolher ir umas semanas depois do fervo, garante preços mais baixos.

Ainda no meio do ano decidi que iria para Buenos Aires por uns dias. Amo a cidade. Por acaso, minha família programou uma ida para a praia justamente no dia que eu volto de lá. Vou direto do aeroporto pro litoral. Nada mal, né? Hehehe

Mas hoje me vi desesperado para, entre outras mil coisas que tenho para fazer, arrumar duas malas completamente distintas. Uma pra praia e outra pra cidade. Amanhã embarco pra Buenos e na quinta vou pro litoral. Fotografei as duas pra mostrar por aqui.

Mala Buenos Aires

Mala férias 1Ao contrário do que muitos consultores de moda pregam, não acredito em uma fórmula na hora de montar uma mala. Faço o seguinte: vejo os dias que ficarei no local, confiro a previsão do tempo, vejo o roteiro do que pretendo fazer e escolho looks que já vão para lá prontos, pensados pra cada ocasião. Não suporto encher a mala com um monte de coisas que sei serem inúteis.

Pra Buenos Aires levarei: 5 camisetas normais, afinal, se suar, prefiro trocar no meio do dia – Duas pólos, para idas a cafés e algumas visitas a museus. Prefiro isso a parecer um turistão – três camisas para jantares à noite. No total são três noites. Duas calças jeans, para usar à noite e em locais que pedem mais formalidade – três bermudas para bater durante o dia – uma calça de alfaiataria, que já vai com a combinação (camiseta preta listrada e dockside) pensada.

Para os pés, duas alpargatas confortáveis para bater durante o dia – um tênis Converse, que dá um efeito bacana no look – um dockside para os looks mais formais. Mais acessórios, muitos óculos de sol e cintos. Quer fazer uma mala mais enxuta de roupas? Pesa a mão nos acessórios. Eles ocupam menos espaço e dão um efeito legal em qualquer look.

Mala praia

Mala férias 2A mala da praia é muito mais básica, claro. Como a mala de Buenos Aires vai junto, aproveitarei muitas coisas dela, caso queira fazer algo na cidade. Mas basicamente irei para descansar, então, está bem minimal.

Camisetas e mais camisetas, afinal, ficarem 12 dias por lá. Bermudas de banho estampadas, porque ninguém merece ficar usando boardshorts sem graça. Elas batem nos joelhos, evitando aquela marca horrível no meio das canelas. Dois bonés, um par de chinelo, óculos de sol (coloquei dois na foto, mas usarei muitos dos que irão junto pra Buenos Aires). E dois livros. “Bling Ring” e “Sem Juízo” serão meus companheiros dessa temporada. Vou aproveitar pra colocar a leitura em dia e ter novas ideias.

Não levarei notebook nem pra Buenos nem pra praia. Portanto, se postar alguma coisa será pelo aplicativo do celular. Dai dependo da internet 3G. Portanto, se eu sumir, está explicado.

Beijos!

Entre frutas e Kit Kats, uma luta pelo lanche

Eu odeio não acordar cedo. Mas ao mesmo tempo, amaldiçoo quem inventou o despertador. O que acontece (e só é possível no fim de semana), é que despertar é um processo lento pra mim. Abro um olho, olho pro relógio, me vira prum lado, me viro pro outro, fico rolando na cama por uns cinco minutos e só daí tenho psicológico pra sair de lá e pensar no dia.

O que acontece quando eu acordo cedo é que mal consigo me vestir direito. E ainda tenho que arrumar a cama, fazer minha higiene, fazer meu café da manhã e separar um monte de coisas que preciso pro dia. Um tumulto. E, não raro, esqueço de trazer o lanche pro trabalho. Lembro disso na boca de voltar a trabalhar depois do intervalo.

Por sorte o jornal fica no Centro e pra ir ao mercado são poucos passos. Mas ai que mora o perigo. Logo na entrada, uma prateleira de chocolates, balas e toda sorte de petiscos hipercalóricos nos recepciona. Fico tentado, até demais, e geralmente paro por lá pra ver as “novidades”. O pior é que sempre encontro algo que me faz querer enfiar o pé na jaca.

Hoje vi uma nova “espécie” de Kit Kat. É diferente do tradicional. Mais compridinho e estreito. Vi que tem caramelo no recheio. Fiquei babando e pensei em comprar de sobremesa. Quase caí de glúteos no chão no meio do mercado quando vi as calorias presentes na tal barrinha de poucos gramas: 2338 Kcal.

Na hora, de tanto pavor, rumei pra fruteira. Gosto e ir nesse setor devagar, sentindo o cheiro das frutas, olhando o visual delas, admirando os “morros” de maçãs, laranjas, bananas e mangas. Daí, enquanto fazia meu passeio, lembrei da tendência das frutas, super em alta, influenciada, principalmente, pela Issa London.

Pra quem não sabe, as donas da Issa London são brasileiras e quiseram levar para a Inglaterra influencias tropicais. Dizem que a mídia exterior sentia muita falta disso. E deu super certo. Tornaram hit a estampa de frutas, muito usada por marcas nacionais e internacionais nessa temporada.

foto 1E durante minha ida ao super encontrei o melão à Issa…

foto 2A laranja…

foto 3Mas me apaixonei mesmo foi pelas mangas. Lindas, né?

Beijo.