Vou ficar fininho. Só que não – by Douglas Petry

Gordura-abdominalO dia que eu decidi que levaria a minha dieta a sério (sem correr pro telefone pra pedir um xis no fim de semana), logo pensei em procurar ajuda profissional, ou seja, uma nutricionista. Como conheci a Bella Mafissoni no último Trend de Moda e super simpatizei com ela, tratei de marcar uma consulta para conversarmos.

O primeiro dia foi aquele temor. Tirar medidas e se pesar não deixa nenhum gordinho feliz, né? Sabia que estava gordo. Mas o que os olhos não veem o coração não sente. O susto foi o seguinte: tenho 1,78 metros, pesava 105,2 kg, tinha a circunferência abdominal de 107 centímetros e um índice de massa corporal de 33,29, ou seja: tinha obesidade grau I.

Não me surpreendi, porque sabia que estava muito acima do peso. Minhas roupas (as mais largas até alguns meses) me mostravam isso quando insistiam em ficarem justas. Até meu chefe comentou um dia que eu tinha engordado muito.

Como na primeira semana as nutricionistas não entregam dieta, eu segui a minha própria, diminuindo as gorduras e os carboídratos. Isso foi essencial para eu entrar no plano alimentar sem morrer de fome e frustração por não poder comer demais, nem aquelas “delícias” que só uma fritura produz.

A dieta que estou seguindo com o auxílio da nutri é protéica. Ou seja, diminuí muito o consumo de carboídratos. O pão deixou de ser branco e passou a ser integral. O arroz e a massa ainda não tive coragem de trocar. Bebo muita água durante o dia. Como as frutas certas nos horários certos e evito passar fome.

Entender a importância de comer de três em três horas é essencial. Mesmo que não tenhamos fome, é importante se alimentar. Quando nosso organismo recebe comida ele entende que pode liberar as calorias que guardou da refeição anterior. Ou seja, se não comermos, ele armazena a “gordura”.

A principal mudança na minha rotina foi começar a tomar café da manhã, que até então era uma refeição inexistente para mim. Já acostumei e sinto falta quando não consigo me alimentar antes de ir trabalhar. Como me alimento às 7:30, lá pelas 9 horas a fome bate de novo e como alguma coisa (uma fruta ou cookies integrais).

Ah, também  precisei ELIMINAR os refrigeirantes. Como não gosto dos “Zero” (cheinhos de sódio), e só bebia os normais (que um copo equivale a 16 colheres de açúcar), só bebo água.

Não vou passar a minha dieta aqui porque, como a Bella explicou, ela foi feita pensando no meu corpo e nos meus resultados. Cada pessoa precisa da sua para surtir efeito com saúde. E sobre o título: não vou ficar fininho porque tenho estrutura óssea grande, ou seja, sempre vou ser encorpado (e nem quero secar).

Meu objetivo são 80 quilos, sem meta estipulada para chegar lá. No momento estou em 99,1 kg. Sim, emagreci 6,1 quilos em um mês (três semanas com o plano alimentar). Tinha feito uma pilha de camisetas “só usar quando emagrecer”. Ontem transferi 12 para o monte “uso no dia a dia”. Aos poucos vou dividir “esses momentos meus” aqui com vocês. Espero que curtam.

Beijos,

Douglas

Um comentário sobre “Vou ficar fininho. Só que não – by Douglas Petry

  1. Douglas!!!
    O sucesso da tua reeducação alimentar vem da tua força de vontade! Como já te elogiei, parabéns e vamos em frente!
    Até aqui tu arrasou!!!
    Bjs da Nutri

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