Anna Wintour e as inovações

Ela já foi chamada de “diabo de saias” na literatura e no cinema, tudo o que sugere vira lei para os estilistas e é um dos nomes (senão o nome) mais importantes da moda mundial. Anna Wintour, editora hypada da Vogue America, contou alguns de seus momentos nos 23 anos de trabalho na principal revista de moda do universo.

No lançamento do livro Vogue: The Covers (US$ 25 na Amazon), que foi publicado para comemorar os 120 anos de revista esse mês, aparecem as duas capas que marcaram história nas editorias de moda e que foram produzidas por Anna: a sua primeira, com uma modelo israelense vestindo jeans e a outra, de 1989, com a Madonna.

Sua primeira capa, de novembro de 1988, foi feita com uma foto interna, que nem tinha sido pensada com essa finalidade. A nova editora quis fazer algo de diferente e conseguiu. A gráfica ligou porque achou que a equipe havia se enganado, mas mal sabiam eles que aquela edição quebraria qualquer regra que existisse até aquele momento.

A edição com a Madonna foi a primeira a ter uma celeb na capa de uma revista de moda. Isso foi lá em 1989, e muita gente duvidava que fosse dar certo. Muitos argumentavam que esse não era o perfil da revista e não venderia. Pois essa publicação aumentou em 40% as vendas de banca da Vogue e desde então se tornou uma marca registrada.

Um conselho desses, vindo de uma mulher tão poderosa nesse meio, conta muito, né? Criatividade e ousadia são palavra de ordem a partir de hoje, viram?

Beijos e abraços,

Douglas e Gabriela

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