O barato da roupa barata

Tenho andado preocupado. Em um breve passeio, percebi que três lojas que conheço fecharam, assim, em questão de uma semana. Seria a crise batendo no Brasil, seria má administração, excesso de oferta de lojas de roupas? Não sei, deixo essa questão em aberto.

Mas que a coisa não anda fácil pra ninguém, isso com certeza é uma verdade. Muitas pessoas que eu conheço estão fazendo de tudo para se virar com seus salários. Uma amiga até está realizando todo mês um sorteio, pra ver quem não vai receber o pagamento.

Uma das melhores opções e que, cada vez mais, está com força no Brasil, são as lojas de fast fashion, que oferecem roupas da moda por um preço não tão alto quanto outras marcas. Por aqui temos os exemplos da C&A, Riachuelo e Renner. Também podemos disfrutar de uma das melhores – na minha opinião – das internacionais, a Zara.

As marcas nacionais estão apostando em nomes poderosos do mundo da moda, que vão de Cris Barros, Pedro Lourenço, até Christina Aguilera e Gisele Bündchen. Mas parece que mesmo assim a ‘explosão’ não é tão grande quanto no exterior. Enquanto por lá as coleções de Kate Moss para a Topshop formam filas e esgotam todas no dia do lançamento, por aqui o público não cria tanta expectativa em cima do fato. Seria falta de hábito? Ou a indústria fashion de grandes marcas – que até participam desse fenômeno de fast fashion, vejam a Osklen para a Riachuelo – ainda é mais forte? Ou seria a falta de investimento por parte dessas redes, que vai além da publicidade?

Outro fator que ajuda muito o fast fashion é o uso desse tipo de roupas por pessoas influentes. No Brasil, se o famoso não estiver usando uma mega grife, de preferência internacional, provávelmente ele se sentirá apagado. Caso saibam de uma exceção, por favor, me digam.

Os maiores exemplos – lá fora – disso, na minha opinião, são duas mulheres super influentes. Michelle Obama, primeira dama dos Estados Unidos e Kate Middleton, a princesa Catherine.

Desde a campanha do marido, Michelle vem apostando em estilistas americanos e em marcas populares, como a H&M. Por exemplo, no dia em que ela deu uma entrevista na NBC e usou um vestido com poás da marca.

Kate vem demonstrando isso também. Quando não está sendo fiél a uma de suas grifes preferidas, a Issa, ela aparece usando roupas de fast fashion. Ontem, no encontro dela e do marido com o casal Obama, seu primeiro evento oficial como princesa, ela vestia um vestido da Reiss, que custava, em reais, 460.

Bons exemplos como esses ajudam a movimentar uma indústria que ainda vem tomando força e impulso no mundo fashion e que, na minha opinião, é a melhor opção para quem ‘não está bem das pernas’.

Vejam abaixo as fotos do encontro de Kate e Michelle e da primeira dama americana com o vestido da H&M.

Abraços,

Douglas Petry

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