Casamento real: o casal Beckham

Enquanto Kate arrasava em seu vestido assinado pela Sarah Burton, da Alexander McQueen, o casal mais pop do casamento também chamava a atenção dos mais de dois bilhões de espectadores mundo a fora. Não, não estou falando de Charles e Camila, que pra mim não têm nada de pop, mas sim de David e Victoria Beckham.

Vestindo um vestido de sua grife, Victoria arrasou trabalhada no vestido preto soltinho (o penúltimo apresentado em seu desfile) com gola canoa, disfarçando a barriga de seis meses de gravidez (lembra que ela odeia aparecer gordinha?). Nos pés, o sapato era um Louboutin feito especialmente para a Posh Spice. E para arrematar o look, a bonita usou um chapéu Philip Treacy.

Já David Becham chamou atenção no look Ralph Laurent. Mas o que mais destacou o gato foi a cartola que ele carregou na mão – basta olhar o cabelo arrumadinho pra ter certeza de que ele não a colocou na cabeça – também do Philip Treacy.

Quase outro casal real, né?

Camila Brasil

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Casamento real: o vestido de Kate

Muito se comentou sobre quem assinaria o vestido de Kate Middleton, a partir de hoje, a princesa Catherine. Nomes de várias grifes foram citados, alguns disseram que a própria princesa o desenharia e um grupo de fashionistas apostou, certeiramente, no nome de Sarah Burton, nova estilista da grife Alexander McQueen. E foi ela mesma quem criou o vestido do casamento do século.

Às 11h03min em Londres, 6h03min no horário de Brasília, Kate adentrou a abadia de Westminster usando o vestido assinado pela estilista britânica. Quase minimalista e com rendas no top, inspirado no da atriz Grace Kelly, a princesa Catherine o usou com a tiara de diamantes Cartier dos anos 30. A peça foi emprestada pela Rainha Elisabeth II, que a ganhou aos 18 anos de Elisabeth I.

Segundo o site da realeza britânica, Kate escolheu o vestido porque quis unir modernidade e tradição a partir da visão artística que caracteriza o trabalho da marca Alexander McQueen. Ainda segundo a nota, a estilista e a princesa trabalharam juntas na concepção da peça que mais gerou mistério nos últimos 20 anos.

Na visão dos fashionistas, a escolha de Kate mostrou que vem por ai uma princesa mais moderna e antenada em moda, que se preocupa com a aparência. Uma prova disso foi o cabelo usado por ela. Solto e com cachos, essa opção foi feita pelo fato de a princesa gostar muito deles desta forma. Rumores também dão conta de que a princesa teria tido aulas de automaquiagem para fazer o make do cerimonial.

Confira abaixo os cliques de alguns ângulos de uma das protagonistas do casamento do século.

Texto: Douglas Petry

Fotos: Reprodução

Super trendy: de calças curtas

O inverno brasileiro já anunciou: as calças curtas vem ai! E o começo do verão no hemisfério Norte e na Europa confirma que a próxima estação terá muita, mas muita calça curta por aqui também.

Para ter certeza disso, basta dar uma olhada nos blogs de moda de rua e confirmar.

Mas ninguém precisa esperar pelo verão pra usar as tais calças batendo na canela. Já dá pra começar a usar agora. Uma dica é usar com meias ou botas de cano curto. Assim o ‘vento não bate na canela’.

Outra super tendência, principalmente para eles, é usar a calça com a barra dobrada.

Ah, vale aproveitar a tendência da sandália com meia soquete e usar assim, com a calça de barra mais curtinha.

Dá uma olhada nas fotos abaixo e veja algumas formas que os ‘gringos’ acharam de usar essa super tendência. Repare também nas cores fortes, outra super tendência que promete aquecer mais ainda os dias de calor.

Abraços,

Douglas Petry

Experience: linha Nativa Spa – O Boticário


Ontem finalmente resolvi provar alguns produtos da linha Nativa Spa de O Boticário. Posso afirmar que comecei duvidando da qualidade dos produtos por serem de uma empresa popular.

Depois de um dia estressante no trabalho e uma corrida mais longa do que as de costume, párei e resolvi usar o kit que havia ganhado há um tempo atrás da marca. Nele tinha um sal de banho, um sabonete, um shampoo, um condicionador, um gel e óleo para o corpo, todos da linha Violeta – Equilibrar, além de uma bucha para banho, uma dupla de velas e um cd de músicas relaxantes.

Iniciei o ‘ritual’ ligando a música e enchendo a banheira. Como já tinha algumas velas em uso, preferi usar aquelas. Quando olhei para a banheira, ví a água num tom de violeta beeeem suave (olha na foto ali de cima) e senti um cheirinho super agradável.

Entrei na água ouvindo aquele som – no caso era algo que parecia mar, outra hora um rio com pássaros, misturado  com uma música muito agradável – e lentamente fui me entregando e relaxando. Quando percebi, estava lá, plena e relaxada com aquele spa dentro da minha casa.

Concluí o banho, passei o restante dos produtos e fui para a cama sentindo o cheiro agradável dos produtos. Nada muito forte, um aroma agradável que, literalmente, deixa a pessoa equilibrada.

Fiquei feliz com o teste e mais feliz ainda hoje, quando fui a uma loja do O Boticário e encontrei os produtos super baratos. Pra vocês terem uma noção, o sal de banho custa apenas sete reais.

Vale a pena testar e ter um spa só seu – ou da companhia de sua preferência – dentro de casa.

Beijos,

Gabriela de Oliveira

Ares urbanos: a beleza da arte de rua

Sabe aVirada Cultural? Para os desinformados, é um momento que algumas prefeituras, por exemplo as de SP e RJ, promovem para levar a cultura a seus cidadãos. São shows e intervenções feitas durante todo o dia. Pois é, acho isso o máximo. Pena que dure apenas 24 horas.

Mas existe uma forma de arte que não tem um período determinado para durar. Ela se eterniza no tempo. É a arte de rua que, muitas vezes, é confundida com pichação e vandalismo. Para começar, vamos diferenciar bem as duas coisas.

Pichação ou vandalismo é a sujeira feita por pessoas que não têm noção do que estão fazendo, querem apenas estragar o patrimônio. Já a arte de rua é feita visando a melhorar a aparência do local onde é realizada.

Dito isso, vou voltar no tempo. Mais precisamente, ao tempo em que vivi em Nova York. Lá esse tipo de intervenção é super comum, você vê em qualquer esquina alguma coisa. E não é qualquer coisa. São artistas de verdade, mas que muitas vezes são reprimidos pela segurança da cidade e enfrentam verdadeiras maratonas para realizar o trabalho, como fazer apenas à noite ou criar esquemas para driblar as autoridades, como se fossem criminosos.

Por lá os exemplos são vários. O meu preferido é o de um cara que usa giz, o mesmo de quadro negro, pra reproduzir a sombra projetada pelos objetos. Por exemplo, se à noite ele tá passando na rua e vê a sombra de um poste, ele monta um cenário com algumas coisas, por exemplo, a sua bike, e reproduz tudo com o giz. Embora seja o máximo, a duração é super pequena, afinal, não tem como fixar a pigmentação que sai com o desgaste natural, como clima e pessoas que passam caminhando por cima.

Minhocão vira espaço para obra de arte

Voltando ao Brasil, em SP, lá por 2009, o artista plástico Felipe Morozini se uniu a mais 28 pessoas e pintou com cal, flores e pássaros no Elevado Costa e Silva, mais conhecido como Minhocão. A “obra de arte” se chamou “Jardim Suspenso da Babilônia”, virou um curta e até concorreu ao Babelgum, um prêmio em NY.

Segundo Felipe, ele, que mora nos arredores, num apartamento herdado de sua avó, fez isso para dar mais beleza a uma das partes de SP que via todos os dias e que mais gosta.

Os prédios vistos da Margina Tietê

Há alguns meses o que vem chamando a atenção de quem passa pela Marginal Tietê são alguns prédios inteiros pintados com grafite. O trabalho foi feito pelos artistas Raul Zito, Magrela, Sola e Sinhá, e fazem parte do Projeto Retratos Coletivos, criado por eles.

Um dos desenhos foi composto usando os nomes dos moradores do edifício em que foi pintado. A obra foi aprovada por quem mora nos prédios e também por quem passa pelo local. É o caso da patroa de uma das moradoras, que faz questão de levá-la para casa apenas para poder admirar as pinturas.

A Prefeitura Municipal de São Paulo tem o Programa de Valorização de Iniciativas Culturais, o VAI. Esse projeto visa a financiar atividades artístico-culturais de jovens de baixa renda da cidade. Uma boa oportunidade para quem quer mostrar a sua arte e não tem grana para isso.

Eu, como admiradora, fico mais do que feliz em ver esse tipo de iniciativa por ai. E não vejo a hora de ver coisas do tipo pipocando Brasil a fora. Viva a arte de rua – desde que seja feita com consciência!

Ceglia; Erika

Não é feitiçaria: o encanto dos tecidos tecnológicos

Como bem dizia a fofa fa Feiticeira, já há alguns anos, “Não é feitiçaria, é tecnologia”. Na época a bonita fazia propaganda pra aquelas cintas que prometiam substituir as famijeradas abdominais. Hoje, que ela não está mais tão bonita, poderia muito bem aplicar sua frase (tão femijerada quanto as abdominais), nos tecidos usados pela indústria têxtil brasileira.

Não entrarei no âmbito da moda internacional neste texto. Por isso, começarei a traçar uma linha do tempo lá por 2009, quando a estilista Patricia Viera desfilou uma coleção de verão cheia de couro tecnológico. O que é o couro ecológico? É o tecido que recebe um revestimento à base de látex, a mesma matéria prima da borracha e do plástico. Então, ele é trabalhado de uma forma que lembra o couro.

Na época, me questionei: é possível alguém usar isso no verão brasileiro? Ao primeiro toque em uma peça, obtive a minha resposta: sim, é possível. Por não ser couro, mas sim um tecido, a peça não é tão quente. Claro que não dá nem pra pensar em sair por aí, num calor de 40º, mas para os dias mais ou menos, pode-se usar tranquilamente.

Depois, no inverno de 2010, ví a Animale desfilando o tecido tecnológico. Tudo muito armado, atificial, parecendo algo fora da realidade de qualquer pessoa normal, quase um monte de astronautas – ou seriam marcianos? – andando na passarela. E era mesmo, não fosse a explicação de que as armações cairiam quando as peças fossem para as lojas. O tecido era diferente em seu toque. Não chegava a ser o tal couro, pois tinha apenas a aplicação de resina por cima na maioria dos casos. Mas a decepção maior, foi a hora que as coleções foram para as lojas. Muito pouco se viu do tão falado tecido tecnológico.

No mesmo inverno, quando eu ainda morava na Argentina, em uma visita ao Brasil, fui a uma loja da Ellus, onde ví jaquetas idênticas ao couro. Conversando com a vendedora, conheci a Ellus Leather Denim, marca registrada pela grife, onde todos os tecidos são tecnológicos. Na hora aquela jaqueta entrou para a minha wishlist. Não comprei aquele dia, não comprei na liquidação e acabei ficando sem e super decepcionada e braba comigo mesma.

São Paulo Fashion Week – inverno 2011. O primeiro desfile já revelou: muito couro neste inverno! Os releases confirmavam, e o melhor de tudo: não é qualquer couro, é o couro tecnológico! Sim, sem dúvidas ele é uma super tendência deste inverno! Fiquei mega feliz ao ver que praticamente todas as grifes tinham peças com o tratamento tecnológico em suas coleções, não era mais exclusividade da Animale, sempre a frente de seu tempo nas passarelas, nem da Ellus, que no Brasil “tomou” o título de leather denim para si.

Agora, nos últimos dias, estou envolta em um editorial apenas com peças de tecido tecnológico. Apaixonada por quase todas elas, fico em dúvida na hora de escolher qual comprar na hora de devolver nas lojas. Por enquanto, me adonei de uma jaquetinha da Ellus – quase igual a do ano passado – e uma da Cavalera, que recebeu apenas uma resina por cima. Mas ainda estou de olho num blazer de couro tec. da Colcci.

Por isso eu digo: graças a Deus, existe a tecnologia. Pois sem ela, como amaríamos tanto tantas peças por temporada? Um viva à tecnologia e um viva à moda brasileira, que está fazendo um ótimo uso dela.

Beijos,

Gabi!

Texto: Gabriela de Oliveira

Foto: Douglas Petry