Desejo fashion: franjas

Desejo fashion: franjas

Não, não é novidade que as franjas estão na moda. Há algumas temporadas elas estão aí pra provar que tanto os anos 20, quanto os anos 70 ganham cada vez mais força.

Falando em décadas de 20 e 70, você sabe a diferença entre as franjas de cada uma? É fácil. A dos anos 20 e mais elegante, trabalhada com efeitos mais finos, elegantes. Já a outra, é mais despojada, em materiais diferentes, como o couro e os tecidos aveludados.

E na hora de compôr o look, qual escolher? Daí depende da aparência que você quer ter.

Com as franjas inspiradas na década de 20, o resultado do look fica mais elegante. Uma das ideias que é cada vez mais usada é quando o vestido todo é franjado, bem típico da época. Já as setentistas, que costumam ser mais grossas, deixam a aparência mais despojada, é são ideais para jogar em um colete, usado com sua t-shirt e calça jeans. Que tal?

Não tem muito segredo no uso da franja. Principalmente porque ela alonga. Agora, só não vai fazer uma mistura, né? Um tipo de franja e uma peça de cada vez, senão fica over.

Ah, também vale jogar nos sapatos, seja estilo mocassim, ou no saltão.

Beijos e abraços,

Douglas e Gabriela

Uma doçura só

Uma doçura só

Uma das tendências mais tímidas desse inverno, mas que conquista algumas adeptas, é a das candy colors (ou cores doces, como preferir). É óbvio que esses tons suaves, românticos e fofos não têm tanto a cara do inverno quanto os terrosos, avermelhados, arroxados e todos esses ados.

Mas eles servem como uma boa composição para looks desse tipo. Um dos desfiles mais criticados do SPFW desse inverno foi o do Jeferson Kulig. Por que? Porque o rapaz resolveu apostar nas candy colors, mas esqueceu que era inverno e jogou com tons claros, como o branco, e em tecidos levissímos. O resultado foi lindo, mas nada muito invernal.

Um jeito legal de usar esses tons docinhos é em peças mais pesadas e tecidos encorpados. Por que? Porque assim o resultado não será tão veranil/primaveril. Funciona assim: como a cor é ‘leve’, ela precisa de um elemento complementar que a deixe mais carregada.

Por isso os tecidos pesados, vestidos estruturados, casacos de tweed ou blazeres encorpados. Também dá pra ressaltar o trabalho da Huis Clos do verde-menta em veludo. Ah, e vale ressaltar que nessa época eles devem ser usados com tons terrosos, mais escuros, ou, no máximo, contrastando com os neon.

Uma opção bacana, que dá uma cara mais leve, é apostar em várias candy colors na mesma peça, em forma de estampas. É o caso do vestido com listras Missoni que usamos na montagem ali de cima.

Enfim, as candy colors são para aqueles dias românticos, em que tudo parece lindo e que estamos caminhando em cima de uma nuvem. E pra deixar qualquer dia mais doce, vale ouvir um pouco de Lenka, nossa cantora favorita para esses momentos.

Beijos e abraços,

Douglas e Gabriela

Desejo fashion: acessórios metalizados

Desejo fashion: acessórios metalizados

Os metalizados estão com tudo nesta temporada outono/inverno. Não resta dúvidas disso. Basta dar uma olhada no que rolou nos desfiles e no que está chegando às lojas, que qualquer leigo pode comprovar.

Mas e na hora de usá-los na nossa vida real? Sim, porque na passarela é uma coisa linda, agora quando provamos/vestimos e tentamos sair na rua, a coisa, muitas vezes, muda de figura.

Uma boa maneira de usar o metal na vida real é jogando nos acessórios.

Com o metalizado nos acessórios, ele não precisa se limitar à noite (ou vai dizer que assim que se falou em usar metal, você não pensou na noite?). Dessa maneira, ele passeia fácil, fácil no nosso dia a dia, seja no passeio ou no ambiente de trabalho.

Experimenta usar um tênis ou uma sapatilha metalizados com uma calça jeans ou um vestidinho mais casual pra ver o efeito bacana que dá. Ou joga uma bolsa, sacola ou mochila dourada ou prata com o look mais arrumadinho, feito na medida para o escritório. O efeito é o máximo.

Essa é uma dica boa também para quem está querendo começar a ousar e não tem coragem de se jogar num vestida, calça ou jaqueta com o efeito. Vai aos poucos, começando pelos detalhes dos acessórios, depois usa o acessório todo e, quando menos esperar, vai estar bem feliz com o look metálico.

Ah, vale lembrar que nessa temporada os efeitos metalizados mais em alta são o ouro e a prata envelhecidos. Tem medo de investir e usar pouco? Sem stress, no verão e no próximo inverno o metal continuará com tudo.

E aí, tá esperando o que pra catar um acessório metalizado e usar no dia a dia?

Beijos e abraços,

Douglas

Regras para sobreviver ao avanço do varejo

Regras para sobreviver ao avanço do varejo

Ou você evolui, ou ficará no mesmo lugar, com um público cada vez menor e prejuízos cada vez maiores. Essa é uma das primeiras frases que eu costumo falar nas reuniões de consultoria que dou aos meus clientes de varejo. Hoje em dia, com a popularização do mercado da moda e a abertura exacerbada de lojas, falhar é cada vez mais fácil e perigoso.

Convivo nesse meio há quatro anos e já aprendi o suficiente para dizer: esse é um mercado que necessita de inovação. Essa deve ser, a todo o momento, a palavra chave para um negócio. Isso não quer dizer que o proprietário da loja do interior deva comprar aquela roupa que ninguém usará. Mas ele tem a obrigação de sempre se adaptar às novas necessidades dos clientes.

Costumo comparar com o cinema. Se o cinema da sua cidade tem um filme bom de drama, que lota em todas as sessões e ele começar a exibir sempre o mesmo filme, em pouco tempo ele estará às moscas, não é mesmo? Pois com uma loja é igual. Se um cliente entrar e ver sempre o mesmo tipo de roupa, sem nenhuma novidade, logo ele não entrará mais, pois sabe exatamente o que aquela loja tem a oferecer.

Para formar uma boa loja de varejo, é preciso que sejam seguidas algumas regras. a primeira é ter um foco de consumidor e conhecer ele a fundo. Não há como uma loja só agradar da novinha à vovó. Dessa maneira, tudo tende a virar uma bagunça generalizada. E não é incomum isso ocorrer. Muitos varejistas acham que ainda trabalham na época em que um estabelecimento deveria vender de tudo e enfiam todos os tipos de roupas possíveis e imagináveis dentro dele.

Depois disso, entra a inovação. Se o vizinho faz uma coisa bem, faça melhor. Não repita uma receita só porque fulano de tal conseguiu se dar bem dessa maneira. Crie a sua. Dê sua cara a uma ideia que já pode ser batida. Nunca se esqueça que a sua loja deve ter a sua identidade sem cair na mesmice do ‘todo mundo faz assim’.

E não esqueça: uma loja deve manter uma conexão entre sua identidade de estilo, visual e varejo alinhadas. Nada pior do que uma campanha publicitária linda, um estabelecimento bacana e roupas antiquadas. Tudo deve conversar entre si. É como se vestir. Combine tudo! Ao ver seu anúncio, ou o layout do seu prédio ou vitrine, o cliente vai imaginar o estilo das roupas. E nada pior do que ele entrar e ver justamente o oposto. Tenha bom senso!

Abaixo, uma lista de dicas que sempre dou aos clientes e que pode ser útil a quem quer se aventurar nesse ramo do varejo.

Desculpem a ausência do blog, mas a vida anda muito corrida. Com o tempo eu retorno!

Beijos, beijos

Gabi

Toque aveludado

Toque aveludado

Se tem uma tendência que parece vir com força nesse inverno é do uso do veludo. Ele, que é elegante para a noite e confortável para o dia, está na lista de must haves de várias fashionistas.

Basta ver os desfiles nacionais e internacionais. Por exemplo, a Animale apresentou looks inteiros de veludo. Alguns, compostos, lembravam pijamas, e outros eram dignos de vestidos de noite. Na Huis Clos eles ganharam status de elegância e apareceram de uma maneira que podem ser levados até para um baile de gala.

Mas antes de se jogar na moda, ppense: você pode usar veludo? Pra saber basta ver como anda sua forma física. Nos cursos de consultoria de moda, sempre aprendemos que tecidos que tenham efeitos de brilho são meio proíbidos para quem está gordinha. Isso vale para o furtacor, o veludo, o lamê…

E quem quer usar e está com uns quilinhos a mais, faz o que? Se joga em pecinhas mais largas, que não marquem tanto e não chamem tanta atenção. Por exemplo, ao invés de usar um vestido todo de veludo, aposte em um detalhe na região do busto 9caso não seja peituda), ou na calça (caso as pernas não sejam muito grossas).

É aquela velha história de que não existem regras, mas sim, bom senso. E pra isso, só treinando o olhar para o bom gosto, se olhando no espelho e ver se tudo se encaixa á imagem que queremos passar ao mundo.

Outra opção que nós amamos é se jogar no acessório. Seja sapato, bracelete, colar, bolsa… É uma alternativa maravilhosa para aquelas que não podem ou não se sentem bem usando o veludo na roupa.

Agora, antes de mais nada, o negócio é esperar o frio vir para ficar pra poder tirar suas peças fofas de veludo do armário, né?

Que ele venha logo!

Beijos e abraços,

Douglas e Gabriela

Consumo consciente e com qualidade

Consumo consciente e com qualidade

Uma das entrevistas mais interessantes que fiz nos últimos tempos foi com a personal Stylist Zoraya Lahude, aqui de Lajeado. No nosso bate-papo, sobre a mulher moderna, ela ressaltou aquelas coisas essenciais que nós recém tínhamos falado aqui no blog na época, sobre a importância de consumir com consciência.

Além de fazer esse trabalho bem forte com as suas clientes, seguidamente ela realizava bazares com roupas de grife. E esse fim de semana, tive a alegria de ver no blog dela o anúncio de que mais um estava por surgir. Fiquei mais feliz ainda ao ver que não será um fato pontual, em um dia, mas vai se estender o tempo que ela tiver peças no acervo. Ou seja, se tudo der certo, teremos sempre.

A Zô explica que esse troca-troca de tendências acaba gerando um monte de entulhos fashion e que nem bem se curtem as novas aquisições, já surgem novas opções nas prateleiras. Nem sempre é necessário comprar coisas novas para renovar o guarda-roupas, né? As vezes o que está dentro dele e não é usado pode compôr um look interessante com outras peças adquiridas e costumizadas. Amei esse conceito!

O bazar inicia dia 28, no período da tarde, de segunda a sexta, exceto nas quintas. A Zô renovará o estoque sempre que receber peças legais. Se alguém precisar de algum horário especial, é só marcar pelo e-mail zolahude@brturbo.com.br.
São roupas de grife, quase novas, com qualidade garantida, pois são selecionadas por elas, por preços super atrativos. Assim que voltar de Porto Alegre, do Donna Fashion Iguatemi, visito a Zô e conto como é o bazar de perto!
Beijos e abraços,
Douglas

2º Trend de Moda: resumão

2º Trend de Moda: resumão

E rolou nesse sábado a nossa segunda edição do Trend de Moda, promovido por mim, pela Carolina Leipnitz e pela Tatiana Sander. Dessa vez o evento foi tão badalo, gente, que tivemos que fazer uma segunda sessão. Isso ajudou a plateia a ficar mais confortável, sem ficar no aperto e sem sofrer com o calor.

Nessa edição, como já havia comentado aqui, falamos sobre o mercado de trabalho no ramo da moda. As minhas convidadas foram as professoras do curso de Design de Moda da Univates Camila Tietz e Beatriz Rossi, a estilista Laís Horn e a designer de acessórios Flora Darde.

Cada uma das convidadas falou sobre um tema diferente, sendo que um se ligava ao outro. Vamos ver um pouquinho do que cada uma delas falou?

A Camila falou sobre a importância da parte da pesquisa, que, para ela, é uma das partes mais fáceis do processo.

Ela destacou que a pesquisa está sempre muito à frente do que o mercado está vivendo naquele momento. Um dos exemplos usados foi o de que alguns pesquisadores pegam um comportamento que hoje é discreto, mas que em aproximadamente dois anos será massificado.

A Camila ainda destacou a importância desse pesquisador estar antenado com tudo, afinal, ele precisa saber do que se trata cada tendência que ele ditará. Por isso também é necessário o conhecimento acadêmico, pois é só na universidade que a pessoa aprenderá a lidar de verdade com as questões mais técnicas desse meio.

Perguntei para a Camila se ela acreditava que o Brasil tenha uma identidade própria de moda. Essa questão gerou uma discussão mais ampla, que começou pelo fato de o mercado externo, durante muitos anos, enxergar só a parte de moda praia do Brasil e chegamos à forte referência que estamos tendo no exterior com a sustentabilidade ligada à moda, impulsionada por marcas como a Osklen.

A Flora falou sobre a importância da criatividade na vida de quem lida com moda. Uma das coisas que ela ressaltou foi a importância de sempre ter um bloco ou uma agenda consigo para, caso surja alguma ideia de repente, as vezes até no meio da noite, tenha onde anotar.

Ela ainda comentou a importância de sempre renovar o conhecimento. Para isso, ela indicou que a pessoa sempre participe de palestras e eventos de moda, que ampliarão ainda mais a sabedoria fashion e ajudarão na parte da criatividade.

Na hora de pôr em prática, ela costuma pegar a parte da pesquisa, aliar isso a suas melhores ideias e equilibrar com aquilo que sabe ser o perfil de cada tipo de cliente que tem, afinal, ela precisa lidar com diversos tipos de pessoas, cada uma com seu estilo.

A Laís abordou o trabalho personalizado, que hoje em dia, com a onda de slow fashion tomando força, está super em alta. Ela tem um ateliê onde a cliente pode levar sua roupa, ou comprar uma nova, e personalizar da maneira que quiser.

Para ela, é necessário que as pessoas saibam diferenciar o personalizado do exclusivo. Hoje em dia, exclusivo é apenas o trabalho feito pela alta costura. A personalização é uma maneira de pegar a moda que já está pronta e usá-la de maneira que se adapte a sí.

Na opinião da Laís, e de todas as outras participantes, isso se deve ao fato de a onda de fast fashion ter assolado de uma maneira tão intensa a sociedade, que hoje as pessoas preferem se recolher um pouco mais, insclusive no quesito roupas. Essa é uma maneira de voltarmos às origens, quando a roupa era feita por costureiras e alfaiates para o cliente específico.

Para encerrar, a Bea falou sobre o como o marketing lida com esse mercado moderno. Afinal, como ela diz, acima de tudo, para que a moda se mantenha, ela precisa ser vendida.

Hoje em dia, com a ascenção da classe C, que se tornou o principal público consumidor de roupas, há uma exigência maior por qualidade de roupas e de atendimento, e isso exige mais de quem oferece os produtos. Por isso a preocupação das lojas de serem bonitas, cheirarem bem e exigirem cada vez mais conhecimento de seus vendedores.

A Bea ainda voltou ao assunto da fast fashion. Esse tipo de comércio soube aproveitar bem a nova grande fatia do mercado e criou objetos de desejo que antes não eram possíveis de serem acessados por eles. Muitas vezes a roupa que recém foi apresentada na passarela chega antes à arara de marcas do ramo de consumo rápido do que a de quem criou realmente aquele conceito.

Bea ainda deixou uma dica para quem quer conhecer mais sobre esse público que domina o mercado hoje em dia. Na novela Avenida Brasil (21h – Rede Globo), a classe C será abordada e apresentada, graças a sua ascenção.

Essa segunda edição do Trend atendeu às nossas expectativas. Imaginávamos uma edição mais tranquila e intimista, mesmo sabendo que veríamos vários rostinhos novos na plateia, e foi bem isso que ocorreu. Ficamos bem satisfeitos.

Espero que o público tenha tido a mesma sensação que nós e volte nas próximas edições, que faremos de tudo para aprimorar cada vez mais.

Mais uma vez: obrigado à nossas convidadas e ao público que nos prestigiou. Fazemos o melhor sempre!

Beijos e abraços,

Douglas

FOTOS: Carolina Leipnitz

Editorial: Inspirada na Terra

Editorial: Inspirada na Terra

Os tons terrosos estão super em alta nesse inverno. Basta ver as melhores revistas de moda do país para perceber isso. Baseados nisso criamos o editorial Inspirada na Terra, que usa justamente essa cartela de cores. Do natural ainda vieram as animal prints. Nessa parte, mesclamos onça e cobra.

Um contraponto interessante foi criado no uso dos acessórios, quase todos em tons mais frio, como o azul, preto e prata. No mesmo clima dos terrosos, tons quentes como vermelho, laranja e dourado foram usados.

A modelo é a Tatiana Sander. O styling é meu (Douglas Petry) e da Flora Darde. As fotos são da Carolina Leipnitz, as roupas Maria’s Flor e acessórios Flora Darde.

Inspiradas para o inverno terroso?

Beijos e abraços,

Douglas

Vem aí: Donna Fashion Iguatemi

Vem aí: Donna Fashion Iguatemi

Uma das coisas que quem trabalha com moda mais faz é assistir a desfiles. Seja pessoalmente, por vídeo, por fotografias, eles permeiam muito a nossa rotina. Foi o nosso caso nas semanas de moda nacionais, foi o caso da Gabi em Milão e Paris, e será o meu caso na semana que vem, a partir da quarta-feira, no Donna Fashion Iguatemi.

O evento, que é realizado pelo grupo RBS, em parceria com o shopping Iugatemi, pretende valorizar a moda aqui do sul e apresentá-la de uma maneira que os outros estados não fazem, afinal, o clima de lá nem se compara com o de cá.

Enfim, de 28 de março a 1º de abril o It estará batendo ponto todas as noites no quinto andar do shopping Iguatemi para acompanhar os desfiles mais bombásticos, que terão vários famosos e muitos baphos invernais.

O tema desta edição, que é a 15ª, é “Entenda a moda, entenda o mundo”, que inspira uma reflexão entre os estilos de vida, mudanças, movimento, muito além de regras e modismos. Um debate sobre a riqueza e diversidade que ocorre em diversos cantos do mundo, destacando o evento neste universo fashion.

Entre os tops desfiles estão Colcci, Cavalera, Tufi Duek (que contará com a presença do estilista Eduardo Pombal), Forum e, o mais esperado por mim (pra rever), Gloria Coelho. A curadoria fica por conta da Mariana Kalil, editora do caderno Donna.

Confira abaixo o line up completo do evento. E durante os dias de desfile passarei por aqui pra dar uma comentadinha no que há de mais interessante.

Mais alguém aí vai para fazermos uns badalos juntos pelo lounge? Hehehe…

Beijos e abraços,

Douglas